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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Interpretar anúncios de emprego

Regra geral, os anúncios de emprego dizem mais do que à primeira vista nos pode parecer. Na verdade, são eles que escondem a chave para o sucesso da primeira etapa de uma candidatura uma vez que permitem identificar o perfil que a empresa procura e, assim, estabelecer a proximidade com o perfil que o candidato oferece. 
Desta forma, é essencial conseguir identifcar os pontos fundamentais de um anúncio, para retirar o máximo de informação possível e saber seleccionar quais quer e deve responder. 
Ajudamo-lo a analisar cada oferta ponto a ponto,  de forma a não perder o seu tempo nem fazer perder o tempo dos responsáveis de recrutamento.
 
# Identificação da Empresa - Um anúncio onde seja identificada a entidade “recrutadora” é uma ajuda fundamental para os candidatos. No entanto, nem sempre deverá ser um critério eliminatório, uma vez que o anonimato é frequentemente utilizado como uma forma de evitar candidatos que sejam atraídos unicamente pelo “nome” da organização.  Pela identificação da Empresa o candidato deve preocupar-se em saber um pouco mais sobre a actividade e posicionamento daquela, de forma a valorizar a sua candidatura. 

# Cargo -
 A função para a qual se está a recrutar deve estar objectivamente referida e destacada no anúncio. Frases como “ganhe dinheiro rápido” ou “encontre o seu sonho” deverão ser vistas com alguma desconfiança uma vez que servem apenas para captar o interesse de candidatos incautos e em nada abonam para a seriedade e profissionalismo da empresa em questão.

# Região - É um aspecto muitas vezes ignorado mas que se revela essencial durante o processo de recrutamento. Se vive no Porto e aí quer continuar a fazer a sua vida, porque motivo há-de responder a um anúncio para a Ilha da Madeira? Mantenha-se atento e, antes de responder, certifique-se se estava de facto disposto a ir residir para o local da oferta em causa. Caso esteja efectivamente com pretensões de mudar, seja claro na sua candidatura e manifeste a sua facilidade e vontade em realojar-se na cidade ou país de destino. 

# Habilitações Académicas - Se a empresa exige um recém licenciado sem experiência, não vale a pena responder se já tem três ou quatro anos de experiência profissional. Se não é exigido um curso específico ou existe a salvaguarda de “áreas afins”, verifique se as suas habilitações se coadunam com o que é pretendido.  Nestes casos, a adequação das habilitações prende-se também com a expectativa salarial para cada perfil. 

# Experiência Profissional - Um período de experiência inferior ao exigido não deve desmotivar, mas é necessário analisar objectivamente se a sua “maturidade” profissional se ajusta ao perfil pretendido pela empresa. Não quer dizer que não tente evoluir profissionalmente, mas é preciso saber arriscar, mantendo sempre os pés assentes na terra… 

# Conhecimentos técnicos - É essencial distinguir entre aquilo que é exigido como requisito básico e o que são competências preferenciais (“noções de…” ou “dá-se preferência a…”). Se são enumeradas ferramentas que nem sequer conhece é porque, certamente, não cumpre os requisitos para a função. 

# Perfil pessoal -  Pela subjectividade inerente a este critério, regra geral as características apontadas são meramente exemplificativas e nunca eliminatórias. No entanto, deverá estar atento às referências da empresa para poder reflecti-las no seu CV ou, melhor ainda, no momento da entrevista. 

# Idade - Infelizmente, existe uma tendência crescente de discriminar os profissionais pela sua idade e, muitas vezes, uma boa experiência profissional é preterida em função do critério etário. No entanto, nem sempre este é um requisito eliminatório, desde que o candidato saiba valorizar o seu CV por outros aspectos. Não ignore por completo este elemento mas, se a diferença face ao limite traçado não for muito elevada, arrisque, salientando algumas competências adquiridas com a experiência.

# Sexo - Tenha particular atenção a eventuais discriminações sexuais, pois estas são proibidas por lei. Em termos legais, todas as pessoas devem ter os mesmos direitos de acesso a um posto de trabalho. Se transparecer alguma forma de discriminação, faça uma queixa para a empresa anunciante ou para as entidades competentes.



{retirado daqui}

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Português cria plataforma de emprego global

Está farta de enviar currículos e tem as mãos negras de tanto folhear as secções de emprego dos jornais? A plataforma Workub, criada por Álvaro Sardinha, pode ajudar.
Como acontece tantas vezes, foi da necessidade que surgiu o engenho de Álvaro Sardinha para criar uma plataforma de procura de emprego global na internet. "Ao criar um sistema baseado em perfis de competência dentro da minha empresa, percebi que era a forma ideal para fazer recrutamento e que não havia nada deste tipo a nível mundial", conta.
Foi assim que surgiu a Workub, uma plataforma virtual que pretende ser uma base de dados mundial de competências que permita a trabalhadores e empregadores encontrarem-se de forma rápida e eficaz.
Adeus CV, olá 'perfil de competências'
A simplicidade é a principal vantagem apontada por Álvaro Sardinha. Não há currículos. "Em vez disso preenche-se um perfil de competências que permite aos potenciais empregadores perceberem de imediato os conhecimentos que as pessoas têm. É um questionário de cruzes, todo numa ótica prática, explica.
Os questionários dividem-se em três áreas: 'saber' que se foca nos graus de ensino e conhecimentos específicos de um software, por exemplo, 'saber fazer', vocacionado para a experiência prática, e 'saber ser', relacionado com características pessoais.
As empresas têm a vantagem de não terem de pôr anúncios. Procuram diretamente pessoas que preencham os seus requisitos. Para terem acesso ao perfil completo, com os contatos, pagam um euro.
O projeto também quer incentivar o empreendedorismo. Assim, se tiver uma boa ideia, pode apresentar uma oportunidade de negócio, também num formulário próprio, e requisitar apoios na rede. Da mesma forma, as empresas podem contactar entre si e propôr parcerias.
Uma rede global
"A rede limita-se a pôr as pessoas em contato, depois sai do processo, por isso não temos dados sobre o grau de sucesso da iniciativa que está a funcionar há um ano". Estão inscritas, até agora, cerca de 300 empresas e 7 mil pessoas, 90% portugueses, mas também de Espanha, Brasil, Argentina, Alemanha e México. 
A ideia é tornar a plataforma global, possibilitanto o recrutamento em qualquer parte do mundo. O fato de os questionários serem de escolha múltipla facilita a gestão internacional dos perfis.
Arquitetura e construção civil são as principais áreas de procura mas a ideia é alargar o espectro.
A Workub está disponível em www.workub.com


{retirado daqui}

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Quando as contas saiem furadas

É fácil criticar, mas aquele que nunca se viu num aperto que atire a primeira pedra.
O importante é não perder o controlo da situação e saber quando pedir ajuda.
A PLANOVIÁVEL é um exemplo, mas há outras entidades a quem recorrer, como se poderá consultar no Portal do Cliente Bancário.

 Denominação do sistema de apoio ao sobreendividamentoEntidade Morada Contactos 
GAS - Gabinete de Apoio ao SobreendividamentoDECO - Associação Portuguesa para a Defesa do ConsumidorSede:
Rua Artilharia Um, n.º 79-4.º
1269-160 Lisboa
gas@deco.pt
Telefone:
21 371 02 00
Fax:
21 371 02 99
GOEC - Gabinete de Orientação ao Endividamento do ConsumidorISEG - Instituto Superior de Economia e GestãoSede:
Rua do Quelhas, n.º 6
1200-781 Lisboa
gac@iseg.utl.pt
Telefone:
21 392 59 42
Fax:
21 396 79 71

Dicas para encontrar trabalho em tempo de crise

“É verdade que o recrutamento baixa um pouco nos meses de verão, sobretudo no mês de agosto, mas é sempre possível encontrar emprego”, lembra o presidente da empresa de trabalho temporário Egor, Amândio Fonseca.  Por isso, convém
Faça uma procura seletiva. Defina objetivos. Andar à procura de ‘qualquer coisa’ é o mesmo que andar à procura de nada. Mesmo que tenha várias áreas de procura (e currículos para cada uma), deve definir objetivos  que lhe vão permitir obter mais informações sobre o mercado, a empresa e a forma como esta faz recrutamento. Só com este tipo de dados é possível fazer a diferença na abordagem às empresas.
Aposte num CV coerente. Adapte o CV para cada sítio que enviar, tirando ou acrescentado os dados mais relevantes. Antes de enviar, informe-se sobre as pessoas certas a contactar e a melhor forma de abordagem.  Não ceda à tentação de enviar para toda a gente.
Prepare a entrevista. Informe-se bem sobre a empresa e o trabalho a que se está a candidatar. Só assim poderá mostrar que sabe exatamente de que forma a sua contratação seria uma mais-valia.
Dedique-se ao networking. Muitas vezes, a melhor forma de encontrar emprego é ser recomendado por alguém. Saber de uma vaga no momento certo faz toda a diferença. Para isso é preciso mobilizar a sua rede de contactos. Percorra a lista telefónica, envie mails, aceite convites e conheça pessoas novas. Quanto mais pessoas souberem que procura emprego e as qualificações que tem, melhor. Faça o seu marketing pessoal.
Descanse e divirta-se. Não tem de se sentir culpado por ir à praia ou estar a divertir-se porque não tem emprego. Lembre-se que nos momentos de lazer também está a reforçar e a ampliar a sua rede de contactos, algo precioso para quem procura emprego. Além disso, zela pela sua saúde mental. A vida continua, com ou sem emprego, e a alegria (ainda) não paga imposto.
Carpe Diem. Enquanto o emprego não aparece, vale a pena apostar no trabalho sazonal ou temporário, aconselha Amândio Fonseca. “Há setores que aumentam o recrutamento nesta altura, como a restauração, mas também é possível pensar noutros trabalhos, como o apoio a piscinas ou apanha de fruta no estrangeiro.” Substituir pessoas nas férias também não deve ser encarado como um preconceito, “até porque há muitas empresas que encaram o trabalho temporário como forma de conhecer as pessoas e depois fazem recrutamentos permanentes, acontece com muita frequência”, garante.


{retirado daqui}

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Vamos a contas?

Já conhecem a infografia interativa da VISÃO com 52 dicas preciosas para poupar?
Carreguem aqui e descubram pequenos gestos que podem ajudar a esticar o ordenado.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Como os líderes inspiram ações

Liderança é um tema que vive em discussão e que a cada dia parece ser um diferencial para o sucesso de pessoas e empresas. Profissionais com características de liderança, se bem desenvolvidos, são capazes de transformar empresas boas em excelentes, atingindo patamares cada vez mais altos de desafios e resultados.
Mas, o que define um líder, e principalmente, um líder de sucesso?
Jack Welch, o famoso ex-CEO da General Electric e autor do excelente livro Winning, costuma dizer que ““quando se é um líder, sucesso tem a ver com o crescimento dos outros””. E trabalhar pelo sucesso de uma equipe passa sempre por uma característica inerente aos grandes líderes: a capacidade de inspirar.
E é justamente sobre essa capacidade que o antropólogo e pesquisador Simon Sinek discursa em uma excelente palestra. No vídeo, ele mostra a teoria que desenvolveu sobre como grandes líderes inspiram ações em suas equipes e/ou empresas, e como isso gera sucesso.
Sua teoria, que pode ser vista no livro “Start with why”, chamada de “The Golden Circle” (ou o Círculo Dourado), prega que empresas, produtos e pessoas excelentes procuram responder primeiro à pergunta “Por quê?”, depois “Como?” e depois “O Quê?”, enquanto companhias e pessoas “comuns” seguem o caminho contrário.
Confira o vídeo abaixo, retirado de um evento TEDx (Technology, Entertainment and Design). Imperdível.

{retirado daqui}

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Voluntariado para Professores


O Patronato Nossa Senhora da Luz, em Braga, solicitou à Casa do Professor apoio na divulgação de um pedido de apoio educativo,em regime voluntariado, para os alunos da instituição que frequentam os 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, nas disciplinas de Português e Matemática.
A maioria destas crianças e jovens é oriunda de meios socioeconómicos e culturais desfavorecidos, havendo por isso um risco acrescido de que essa triste realidade possa agravar-se na escola, porque é impossível aos pais suportarem os custos inerentes à educação dos seus filhos.
Assim, os professores de Português e Matemática que possam e queiram ajudar estes alunos, devem entrar em contacto com o Patronato Nossa Senhora da Luz:

Telefone: 253 271 399
Morada: Praça Mouzinho Albuquerque, n.º 21
4710-301 Braga

A Casa do Professor agradece a atenção dispensada a este assunto, bem como a divulgação do mesmo.

Av. Central, 106-110
4710-229  Braga
Tel.: 253 609 250  Fax: 253 609 259

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Atenção Setúbal!

Disney procura portugueses para trabalhar em cruzeiro

Nos dias 24 e 25 de outubro, a Disney estará em Portugal para procurar candidatos para o sector de restauração dos navios. Em comunicado, a Disney afirma que procura pessoas "entusiásticas e motivadas" para trabalharem como empregados de mesa ou de bar. Os candidatos devem ter excelentes conhecimentos de inglês e também dominar o setor das bebidas (vinhos e cocktails).
O ordenado dos empregados de mesa é um pouco acima dos 1.500 euros e o dos empregados de bar ronda os 1.170 euros, embora a este valor se acrescente a contribuição das gorjetas. O contrato tem a duração de seis meses e a carga horária será à volta de 80 horas por semana, sendo que inclui folgas rotativas. As refeições e o alojamento são providenciados pela Disney.
Para concorrer é necessário enviar um currículo em inglês (com foto) para cruise@internationalservices.fr. A candidatura deve ser também enviada - em CC - para o email emcocolocacaoexterna@iefp.pt.
A empresa adianta ainda que os cruzeiros Disney navegam um pouco por todo o mundo - viajando pelo Pacífico, fazendo viagens transatlânticas e também pela Europa e Mediterrâneo - o que dá à sua equipa a oportunidade de conhecer vários países.


(retirado daqui)


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Estado vai comparticipar salários do Turismo durante época baixa no Algarve


O Estado vai comparticipar o pagamento de salários de trabalhadores do sector turístico do Algarve nos casos em que as empresas decidam manter os postos de trabalho durante a época baixa, disse à Lusa fonte do Ministério da Economia.
Criado especificamente para a região algarvia, o programa "Formação-Algarve" prevê o pagamento de um apoio financeiro correspondente a 50% da retribuição mensal bruta de um trabalhador, caso a empresa prolongue o seu contrato a termo para lá do final da época alta, por um período mínimo de um ano.

Aquele programa de combate à sazonalidade, ainda em discussão no Conselho Económico e Social, prevê que o apoio estatal implique a frequência de programas de formação profissional por parte dos trabalhadores em causa, integrados nos horários de trabalho.

O "Formação-Algarve" prevê ainda que a comparticipação estatal no salário possa subir para 60% da retribuição nos casos de conversão de contrato de trabalho a termo certo em contrato de trabalho sem termo.

A mesma comparticipação será dada quando o trabalhador abrangido tenha idade igual ou inferior a 25 anos, idade igual ou superior a 50 anos, se trate de pessoa com deficiência ou incapacidade ou tenha um nível de qualificação inferior ao 3.º ciclo do ensino básico.

Orçamento de cinco milhões no primeiro ano

Com o objectivo declarado de combater a sazonalidade do emprego na região e promover vínculos laborais mais estáveis, o programa visa ainda reforçar a qualificação profissional dos trabalhadores, aumentando assim as suas condições de empregabilidade, e reforçar a competitividade e a produtividade dos sectores da hotelaria e restauração da região.

O programa tem um orçamento previsto de cinco milhões de euros e estima-se que possa abranger entre 2000 e 3000 pessoas no seu primeiro ano de funcionamento.

Os destinatários são os trabalhadores das empresas candidatas que frequentem obrigatoriamente formação profissional com interesse directo para a entidade empregadora e que contribua para a aquisição de competências relevantes para o trabalhador para efeitos de obtenção de uma qualificação.

A formação pode ser desenvolvida pelos Centros do Instituto do Emprego e da Formação Profissional, pela rede de Escolas de Hotelaria e Turismo do Instituto do Turismo de Portugal e por outras entidades formadoras certificadas, por escolha da entidade empregadora.

A formação pode variar entre as 350 e 600 horas e tem a duração máxima de seis meses, a decorrer no período compreendido entre 1 de Novembro de 2012 e 30 de Abril de 2013, ou seja, durante a época baixa.